10/02/2026
Vida de cachorro
Vamos nos colocar na linha do tempo. Na minha infância, me lembro bem daquela caneta que esfregava em nosso antebraço, fazendo riscos na pele, e depois, às vezes, virava uma bolha pustulenta. Aquilo deixava uma cicatriz. Era a vacina antivariólica. A primeira de todas. Moleque que vivia descalço, estrepando o pé na rua ou nas estradas, precisava tomar a vacina (injeção) antitetânica.
Naquela época, na minha infância, a expectativa de vida do brasileiro era viver 45,5 anos. Meu avô morreu velho para caramba, 60 anos. À medida que surgiram novas vacinas, implantaram rede de á [...]
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