28/02/2013
A morte do boliviano Kevin Espada, torcedor do San José atingido por sinalizador disparado da torcida do Corinthians em Oruro, gerou alerta até no Palmeiras. Embora a diretoria tenha feito um acordo com o Libertad para garantia de ambiente tranquilo em Assunção, Valdivia embarcou para o Paraguai sem negar sua tensão. “Preocupa, sim, porque o que aconteceu com o torcedor pode acontecer com o jogador também”, disse o jogador, falando especificamente da presença de sinalizadores nas torcidas, algo que garante não ser um problema existente apenas entre fãs brasileiros e sul-americanos. “Isso sempre aconteceu nos estádios, não só aqui no Brasil, mas no mundo inteiro. Sempre vemos rojão dentro de campo. Aconteceu uma fatalidade e desejamos que não aconteçam mais”, prosseguiu o meia. Os dirigentes fazem sua parte. Acompanhando a delegação que viajou ao Paraguai na manhã desta quinta-feira, o gerente de futebol Omar Feitosa disse que procurou a diretoria do Libertad e ficou combinado um trabalho para boa recepção do Palmeiras, que promete fazer o mesmo quando o clube paraguaio vier a São Paulo. “Conversamos. Há uma reciprocidade em relação a isso. E tem que ser assim. Futebol decidido dentro de campo. A torcida torcendo e os jogadores fazendo o melhor”, falou o dirigente, evitando opinar sobre a punição ao Corinthians, arquirrival do Verdão e que atuará com portões fechados na Libertadores por conta da morte de Kevin Espada. Em Assunção, a principal torcida organizada palmeirense reforçou aos seus sócios a proibição da entrada de sinalizadores no jogo marcado para as 19h15 (de Brasília) dessa quinta-feira, no estádio Nicolas Leoz. A polícia paraguaia também promete intensificar a fiscalização para evitar novos problemas. A maior preocupação dos dirigentes e da comissão técnica, principalmente Gilson Kleina, não é com a viagem ao Paraguai. O foco está na partida de quarta-feira diante do Tigre, na Argentina, que causou confusão na final da Sul-americana do ano passado contra o São Paulo. Antes de deixar o cargo de gerente de futebol, César Sampaio ouviu de dirigentes argentinos a garantia de paz, mas o temor ainda existe.
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