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15/12/2015

Carlos Miguel Aidar critica Rogério Ceni e Osorio e se arrepende de renúncia

Carlos Miguel Aidar  renunciou à presidência do São Paulo no começo de outubro. Pouco mais de dois meses depois, o ex-mandatário disse que ”devia ter ficado no cargo”. O dirigente também fez críticas a Rogério Ceni, Juan Carlos Osorio, Milton Cruz e membros da atual diretoria são-paulina. Aidar garantiu que ”começou a descobrir algumas barbaridades ainda como presidente”. Segundo ele, isso resultou em uma união contra ele, no sentido de afastá-lo da presidência. “Todo mundo no São Paulo sabia que eu mexia nisso. E estava incomodando muita gente. Todas as pessoas que estavam à minha volta, herdadas da era Juvenal (se sentiram incomodadas). Elas, em tese, poderão sofrer uma censura mínima e se uniram contra mim”, disse o dirigente. Aidar descartou voltar à diretoria do São Paulo no futuro. E afirmou que não devia ter deixado o cargo. O melhor caminho, de acordo com ele, era ter se licenciado durante o período de investigação. “Para falar a verdade, eu não devia ter renunciado. Me arrependo disso. E só fiz porque várias pessoas próximas sugeriram. Minha renúncia pode parecer a alguns que foi um ‘quem cala consente’. Devia ter ficado, nomeado a diretoria com gente da oposição e me licenciado. Deixaria os caras investigando tudo e, de achassem um fio, eu renunciaria. Se não, voltaria soberano”, ressaltou. Aidar não economizou nas críticas às pessoas ligadas ao futebol. Uma delas foi Rogério Ceni, que se despediu do futebol na última sexta-feira. “Eu já achava que estava na hora de abrir espaço para outro goleiro no ano passado, mas houve uma baita pressão e ele ficou até agora”, afirmou. O dirigente disse ainda que Rogério impedia o surgimento de novos líderes. “O Rogério Ceni não deixava. Um exemplo era o Dória, que batia de frente com ele. O Rogério também não gosta do Pato pelo fato de ele ganhar muito. O Rogério marginaliza essas lideranças”. Osorio e Milton Cruz também foram criticados. Segundo Aidar, o treinador colombiano “era uma marqueteiro danado”, que falhou ao não dar padrão o time do São Paulo durante os quatro meses de trabalho. “Não repetiu o time uma vez em 22 partidas. Isso não é coisa de treinador, mas de alguém achando que o São Paulo é laboratório. Eu sabia que ele fazia rodízio, mas não sabia que punha goleiro de centroavante, lateral no meio-campo. Se soubesse, não o traria. Só me arrependo de não ter mandado a mensagem no celular dele antes. Fui eu quem mandou ele parar de rodízio para definir logo o time”, admitiu. Sobre Milton Cruz, Aidar afirmou que deveria ter mandado o assistente técnico embora depois da contratação do zagueiro Luiz Eduardo. “Quem descobriu com olhos clínicos foi o Milton Cruz. E quem fez o agenciamento? O filho do Milton. Eu deveria ter mandado  embora o Milton, o Ataíde e mais um monte de gente do futebol no começo do ano”, disse.


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