20/12/2015
Foram anos de sofrimento e de luta. Percalços e muita batalha. Foi preciso sentir o gosto amargo da derrota em algumas oportunidades para poder saborear o doce sabor da vitória. O dia 17 de dezembro marca o ápice da história de Adriano de Souza, o mais novo campeão mundial de surf. Tudo começou, como ele lembrou bem ao fim da bateria que o consagrou campeão (na semifinal contra Mason Ho, após Mick Fanning ser eliminado por Gabriel Medina), com uma prancha de R$ 30 comprada pelo irmão Angelo, que, bem mais velho, se preocupou em não deixar Adriano seguir algum caminho errado na vida. O encantamento foi imediato. E, desde então, Mineirinho nunca mais deixou de surfar. Até o apelido ele deve ao irmão. Sempre discreto, Angelo ganhou o apelido de “Mineiro”. Adriano, logicamente, ganhou o diminutivo e estava tudo pronto para uma longa jornada rumo ao título mundial. Jornada essa que começou a ter destaque em 2002, quando, aos 15 anos, foi o mais jovem a vencer uma etapa do Circuito Brasileiro. Dois anos depois veio seu primeiro título mundial, na categoria Junior, pavimentando seu caminho para a estreia na elite, em 2005. Porém, o surf naquela época não era essa febre dos dias de hoje e os anos que se seguiram até 2015 foram de muitas batalhas, vitórias e derrotas, que ajudaram a construir sua personalidade de atleta batalhador e incansável - o que se tornou sua marca registrada na carreira. A primeira vitória na elite veio em 2009, em Trestles. A evolução de Adriano como surfista se refletiu em sua posição no ranking, obtendo a quinta posição - que seria seu melhor resultado e se repetiria por mais duas vezes até ser campeão neste ano. Em 2011, voltou a triunfar, agora no Rio de Janeiro, ganhando na mesma temporada também em Portugal. No ano de 2013, venceu a badalada etapa de Bells Beach, mas acabou sofrendo com lesões no ano seguinte, quando ficou de fora justamente da etapa de Pipeline, onde Gabriel Medina se tornava o primeiro brasileiro a ser campeão. Por conta das lesões, Adriano buscou concentrar todas suas energias em 2015. O ano começou com uma grande pancada na perda do amigo Ricardo dos Santos, o que fez Mineirinho determinar a si mesmo que venceria o título mundial em homenagem a Ricardinho - e foi o que aconteceu.
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