21/04/2016
A apreensão é evidente, mas, o torcedor do São Paulo pode se apegar ao próprio histórico recente na Libertadores para confiar na classificação. Em 2015 e 2013, a equipe chegou pressionada à rodada derradeira e não decepcionou. Assim como Edgardo Bauza, em 2014, no início da campanha que levou o San Lorenzo ao inédito título continental. A desconfiança em relação ao desempenho no ano passado era semelhante. O Tricolor estreou na Libertadores com uma derrota por 2 a 0 para o Corinthians, em Itaquera. A forma como o resultado foi construído assombrou o elenco ao longo de toda fase de grupos, já que o time pareceu presa fácil para o rival. O último compromisso foi o jogo de volta contra o rival, aumentando os contornos de drama. Mas a história foi diferente. No Morumbi, o São Paulo recuperou a confiança, venceu com autoridade por 2 a 0 e garantiu sua vaga nas oitavas de final. Na ocasião, quis o destino que a disputa do Tricolor fosse contra o San Lorenzo, na época dirigido por Edgardo Bauza. A missão do Patón era difícil: precisava vencer e ainda torcer contra o São Paulo. Nada disso aconteceu. Além da vitória tricolor, seu time foi derrotado pelo Danubio, do Uruguai. Quando o comandante argentino dependeu apenas do resultado de seu time, no entanto, foi diferente. O título inédito do San Lorenzo, em 2014, foi conquistado com boa dose de sofrimento. Com desempenho irregular na fase de grupos, os argentinos chegaram à última rodada precisando vencer de qualquer forma. O que não foi difícil: vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo e arrancada para a taça. Expectativa parecida à dessa semana viveu o são-paulino na temporada anterior ao título do San Lorenzo, na Libertadores de 2013. O rendimento do Tricolor na fase de grupos, que coincidentemente tinha o boliviano The Strongest, também foi decepcionante. Em cinco partidas, o São Paulo tinha apenas quatro pontos somados. A tabela, porém, ajudou. A chave “embolada” permitiu que o time do Morumbi dependesse apenas de si para se classificar. Mais uma vez ao lado de seu torcedor, a missão era derrotar o invicto Atlético/MG, e foi cumprida: triunfo por 2 a 0. Nesta quinta-feira, às 21h45, Edgardo Bauza e São Paulo não dependem de outros resultados. Com oito pontos, na segunda colocação, a tarefa é ao menos empatar com os bolivianos, que têm sete, e aparecem no terceiro lugar da chave. Embora o histórico seja positivo, o cenário em La Paz é diferente. Na capital boliviana, o clima será hostil, diante de um adversário que sabe aproveitar ao máximo a altitude de 3.600m acima do nível do mar. O torcedor tricolor, porém, espera que o final também seja feliz.
O Tricolor deve jogar com Dênis, Bruno, Maicon, Rodrigo Caio, Mena, Hudson, Thiago Mendes, Wesley, Michel Bastos, Ganso e Kelvin.
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