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Esportes

18/11/2018

São Paulo enfrenta o Cruzeiro no Morumbi

Mudou o técnico, manteve-se o futebol. No primeiro jogo depois da saída de Diego Aguirre, substituído por André Jardine no comando do São Paulo, o time tricolor teve mais repetição do que novidade em seu rendimento. Pouco criativo, empatou por 1 a 1 com o Grêmio, frustrou a torcida no Morumbi, seguiu na quinta colocação e viu a vaga direta na Libertadores ficar um pouco mais ameaçada. Afinal, era a melhor chance possível para pular de volta ao G-4 – em casa, e contra o quarto colocado, justamente o dono da última vaga automática para a fase de grupos da competição continental. Mas a prática não acompanhou a teoria. A esperança pré-jogo virou preocupação pós-empate: agora, terminar entre os quatro primeiros não depende mais do São Paulo. Mais do que na tabela, o problema reside no campo, onde não houve o reflexo sempre desejado quando se troca um treinador. O São Paulo não evoluiu – e seria oportunismo jogar alguma culpa disso sobre André Jardine: dele, se podia esperar mais em remobilização de elenco do que em remontagem de time. A principal medida prática do novo treinador foi o retorno de Nenê ao time – ação acompanhada pela volta de Everton, antes lesionado, e pelas apostas em Helinho e Trellez (no caso do último, em função do desfalque de Diego Souza). Na prática, o São Paulo terá uma corrida contra o próprio Grêmio pela quarta vaga na Libertadores. Os dois têm 59 pontos, faltando quatro rodadas para o campeonato acabar, e a tabela é parelha: ambos têm três jogos contra times do bloco inferior da tabela e um contra uma equipe forte – o São Paulo recebe o Cruzeiro neste domingo, 18, às 19h00, no Morumbi, o Grêmio visita o Flamengo. O do Grêmio parece mais difícil. Sequência do São Paulo: Cruzeiro (em casa), Vasco (fora), Sport (em casa) e Chapecoense (fora). Sequência do Grêmio: Chapecoense (em casa), Flamengo (fora), Vitória (fora) e Corinthians (em casa). A grande questão é que os gaúchos também mostram ter mais ferramentas, mais capacidade, mais encaixe. Por tudo isso, a duas semanas do fim do Brasileirão, é mais natural imaginar o São Paulo na pré-Libertadores do que na fase de grupos do torneio.


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