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Diário de Penápolis

Esportes

13/02/2008

Ex-atletas de “surpresas” ajudam Timão a respeitar Barras

A Copa do Brasil é uma competição que sempre reserva surpresas para as equipes consideradas grandes no futebol nacional. Assim, para evitar um vexame diante do Barras/PI, o Corinthians tem a experiência de quem já esteve do outro lado. Do atual elenco alvinegro, vários atletas já ajudaram times pequenos a chegar longe na Copa do Brasil. O zagueiro William, por exemplo, ganhou projeção nacional atuando pelo Grêmio, mas antes atuou pelo Ipatinga e aprendeu o segredo da competição. “Copa do Brasil é uma competição parelha, pois tem jogos de mata-mata, o que deixa as equipes mais próximas. Já teve o Paulista e o Santo André como campeões. Em competição de mata-mata, o jogo fora conta muito. Se faz uma má partida, complica muito. Todo jogador pensa em enfrentar as equipes grandes, eu sei porque era assim também quando eu estava no Ipatinga”. Já o lateral-esquerdo André Santos ajudou o Figueirense a chegar ao vice-campeonato do torneio na edição passada, quando o clube catarinense foi derrotado pelo Fluminense na decisão. Na visão do ala, o setor defensivo é fundamental para o clube fazer uma boa campanha na Copa do Brasil. “Pelo que joguei no Figueirense, acho que o segredo foi nosso time ter priorizado muito a marcação dentro e fora de casa, a gente saía mais nos contra-ataques. É bom não tomar gol nesta competição”, avaliou. Quem também tem experiência no torneio é o técnico Mano Menezes. O treinador ganhou destaque no cenário nacional quando levou o 15 de Campo Bom à semifinal do torneio em 2004. “A Copa do Brasil sempre tem surpresas. Algumas chegam à final e ganham, enquanto outras chegam pelo menos até as semifinais, como foi o 15 de Campo Bom”, afirmou. Aliás, em 2005, quando já estava no comando do Grêmio, Mano foi eliminado justamente por seu ex-time do interior gaúcho no torneio. Já o uruguaio Acosta usa a experiência do Brasileirão passado para vislumbrar as dificuldades da Copa do Brasil, já que o uruguaio comandou o Náutico em vitórias contra grandes equipes do futebol nacional. “Já joguei em time menor e sei como é. No ano passado, ganhamos do Santos e do São Paulo. Contra o Corinthians, os clubes têm uma motivação extra. Mas queremos um bom resultado lá para termos tranqüilidade”, comentou.


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