03/09/2008
O ex-presidente do Clube Atlético Penapolense na década de 1990, o médico José Edward Gonçalves Pardi, negou ontem as informações do atual responsável pela agremiação, o também médico Nilson Moreira, de que tenha deixado dívida junto ao INSS durante sua gestão. A informação foi divulgada na edição de ontem do Diário de Penápolis e, além de Pardi, um ofício da Justiça exibe ainda o nome do ex-presidente e já falecido, Luís Carlos Peters, o Carlitão, e um terceiro envolvido, José Iomar da Fonseca, que também teria respondido em nome da equipe. Este último não é conhecido dos meios esportivos da cidade e como endereço consta um número da avenida Rui Barbosa, onde está instalado um hotel.
Pardi ressaltou que, como qualquer equipe de futebol no Brasil, o CAP sempre teve dívidas. "Quando assumi a presidência em 1991 e fiquei por seis meses no cargo, tinha conhecimento que existiam pendências, porém as desconheciam", ressaltou o médico. Segundo ele, o tempo passou e outras pessoas assumiram a presidência. No início do ano ele recebeu uma notificação de uma dívida de R$ 7.900,00, o que o levou a contratar os serviços de um advogado para descobrir a origem do montante. "Em relação ao período em que estive a frente, caso o clube não tivesse condições, eu iria assumir as contas, apesar de ter conhecimento que, pelo o que rege a legislação, a dívida pertence ao presidente em exercício", relatou Pardi. Mas o levantamento, de acordo com o ex-presidente, apontou que durante sua gestão não existia nenhuma pendência. "Achei estranho à matéria citar meu nome, do saudoso Carlito Peters e desta terceira pessoa, José Iomar, da qual nem sei quem é. Até parece que sou devedor, enquanto documentos comprovam o contrário", enfatizou. Por se achar injustiçado, o entrevistado disse que pretende procurar por seus direitos. "A dívida é do CAP e ninguém a deixou de propósito. Por ser candidato a vereador, sem dúvidas a notícia trouxe uma repercussão negativa", lembrou. Pardi também garantiu que irá levantar informações para descobrir quem são os devedores, inclusive do montante de R$ 44.727,00 (contraída no ano de 1992 até novembro de 1993). Na matéria publicada ontem Nilson Moreira destacou que em relação ao valor menor será tentada uma anistia, enquanto que no maior, um parcelamento em 60 prestações. Apesar de chateado, Pardi não deixou de elogiar a nova diretoria pelo trabalho que vêm desempenhando e lembrou que não perde um jogo sequer no Tenentão. (SRF)
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