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28/06/2009

Kaká espera jogo complicado contra Estados Unidos

Kaká espera jogo complicado contra Estados Unidos

Na primeira fase, vitória fácil por 3 a 0 com quatro titulares sendo poupados. Mas Kaká não espera moleza na decisão da Copa das Confederações contra os Estados Unidos. O meia lembra da aplicação tática do rival, que não deve cometer novamente os mesmos erros em campo. “Muda tudo. Eles com certeza vão consertar os erros que cometeram no primeiro jogo. Eles vêm com a motivação de chegar a uma final, de tentar vencer o Brasil. E a gente, claro, tem a motivação de ser campeão mais uma vez”, disse. Kaká classificou a vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul quinta-feira, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo, na semifinal da Copa das Confederações, como a mais complicada até agora na competição. “O jogo contra a África do Sul foi até agora o mais difícil para nós. Eles marcaram individualmente e complicou muito para a gente”. O camisa 10 da seleção garante que não se surpreendeu com a retranca dos sul-africanos. Na véspera da partida, Joel Santana prometeu partir para cima da seleção brasileira. “A gente esperava que eles jogassem dessa forma. Apenas se defendendo e criando oportunidades no contra-ataque. Mas algumas coisas que a gente não está mais acostumado dificultaram como a marcação individual. Eu sofri marcação individual, o Robinho também. Toda hora tinha um jogador atrás no campo inteiro. Isso obriga a gente se movimentar bastante para criar espaço para os outros. Foi um jogo muito tático”, concluiu. Brasil e Estados Unidos se enfrentam na final da Copa das Confederações neste domingo, às 15h30m (de Brasília), no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.

Foto: O camisa 10 da seleção garante que não se surpreendeu com a retranca dos sul-africanos

EUA falam em exemplo sul-africano e "desrespeito" contra Kaká & Cia

Grande surpresa da Copa das Confederações, principalmente depois de perder as duas primeiras partidas no torneio, a seleção dos Estados Unidos chega à decisão contra o Brasil neste domingo com a confiança totalmente renovada, que estimula discurso de igualdade em relação aos favoritos da competição.
Na sexta-feira, os norte-americanos declararam que têm condições de derrotar as estrelas brasileiras, no confronto do estádio Ellis Park, a despeito da derrota por 3 a 0 e má atuação diante dos mesmo adversários na primeira fase. A receita da seleção comandada pelo técnico Bob Bradley será o exemplo de marcação que a África do Sul deixou na semifinal contra o Brasil e a ousadia, item que, segundo os jogadores, não esteve presente no revés da 1ª fase. "A África do Sul realizou um grande trabalho contra o Brasil, encurtou o espaço de Kaká e Robinho e não deixou eles jogarem. Por isso foi um jogo tão duro", comentou o técnico Bob Bradley.
"Na primeira vez, jogamos intimidados contra eles (brasileiros). Jogamos com muito respeito. Depois conseguimos desenvoltura ao longo da competição. Conseguimos nos impor contra a Espanha e temos que nos impor contra o Brasil", declarou Carlos Bocanegra, lateral-esquerdo da equipe na Copa das Confederações. Na opinião do treinador norte-americano, a vitória na decisão passa obrigatoriamente pela anulação do jogo das duas principais estrelas do time de Dunga. "A forma como eles atacam, em contra-ataque, é a principal virtude do Brasil. Quando Kaká e Robinho têm espaço, são criadas as melhores situações. Precisamos evitar isso de qualquer maneira", afirmou. Os EUA chegaram à decisão da Copa das Confederações com uma campanha irregular, com derrotas nas duas primeiras partidas, para Itália (3 a 1) e Brasil (3 a 0). No último jogo da fase de grupos, os norte-americanos derrotaram o Egito por 3 a 0 e conseguiram uma improvável classificação, eliminando italianos e egípcios nos critérios de desempate. Na semifinal da Copa das Confederações, os adversários do Brasil na final derrubaram o favoritismo da campeã europeia Espanha, com vitória por 2 a 0 em Bloemfontein.


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