18/07/2026
Acordei, tudo escuro... senti-me sufocado e não entendi o porquê. Consegui ver através de uma fenda a passagem de luz, que vinha não sei de onde. De imediato, não soube onde me encontrava. Tentei mexer o corpo e não consegui. Percebi que estava de “barriga para cima” e sobre mim entulhos. Estava preso ... apesar disso, conseguia respirar, felizmente. Lembrei que momentos antes, à tarde, estava em casa com minha mãe - que esquentava o resto de uma sopa, e com minha irmã menor, Luíza, que brincava com uma boneca pelada. No quintal estava Peralta, nosso cachorro, já velho, com a sua coceira crônica. [...]
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